Postado em 05 de Fevereiro às 15h57

Padrasto e enteado são condenados por tentativa de homicídio

Eles foram acusados de tentativa de homicídio por acertar, por engano, um tiro em uma funcionária do bar onde estavam, no distrito de Marechal Bormann, interior de Chapecó.

Chapecó - Depois de 10 horas de debates, o Conselho de Sentença formado nessa segunda-feira, 4, no Salão do Tribunal do Júri, na comarca de Chapecó, decidiu pela condenação de João Jacinto Padilha e o enteado Lucimar Figueiró Ferreira. Eles foram acusados de tentativa de homicídio por acertar, por engano, um tiro em uma funcionária do bar onde estavam, no distrito de Marechal Bormann, interior de Chapecó. A mulher teve um pulmão perfurado e a bala se alojou nas costas. A dupla também respondeu por porte ilegal de arma de fogo.

Para Padilha, os jurados reconheceram o fato de não ter dado chance de defesa à vítima e foi condenado a 10 anos de prisão. Ferreira teve ainda outra qualificadora reconhecida: o motivo torpe (vingança). O jovem foi penalizado com 11 anos e quatro meses de reclusão. Ambos em regime fechado. A sentença inclui dois anos de prisão por porte ilegal de arma de fogo, já adicionados ao tempo total da condenação.

Direto para a penitenciária
A comarca de Chapecó aderiu à recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) - Habeas Corpus n. 118.770/SP – que permite ao juiz decretar a prisão imediata do réu, ainda no Tribunal do Júri. Sendo assim, padrasto e enteado saíram algemados do julgamento direto para a Penitenciária Agrícola de Chapecó.

O crime
Segundo a denúncia, no dia 13 de agosto de 2016, os acusados se desentenderam com um homem que acreditavam ser o assassino do irmão de Lucimar. Ele não foi atingido. Uma bala ricocheteou e acertou, de raspão, o braço direito de outra mulher que também estava no balcão do estabelecimento. 

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