Postado em 25 de Março às 09h07

Aumenta número de casos de dengue transmitidos dentro do estado

Aumenta número de casos de dengue transmitidos dentro do estado

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Florianópolis - Em comparação com o último boletim, foram confirmados mais 14 casos autóctones e 5 casos importados. Dos 28 casos autóctones registrados, três com Local Provável de Infecção (LPI) em Balneário Camboriú, dois com LPI em Camboriú, três com LPI em Cunha Porã, sete com LPI em Florianópolis, residentes dos municípios de Biguaçu, Florianópolis e São José, dois com LPI em Itajaí, três com LPI em Itapema, dois com LPI em Joinville, dois com LPI em Porto Belo e quatro com LPI indeterminado.

De acordo com o gerente de Zoonoses, João Fuck, esse aumento no número de casos autóctones em SC se deve, principalmente, às condições favoráveis para a proliferação do mosquito: calor e chuva. “Mais uma vez reforçamos que a população precisa ajudar no controle dos focos do mosquito. Recipientes que podem conter água precisam ser vistoriados e eliminados corretamente. Importante também observar a vedação das caixas da água e manter as calhas limpas”, alerta.

Ações no Litoral Norte
Durante essa quinta-feira, 21, representantes da Dive estiveram no Litoral Norte para participar de reuniões com técnicos dos municípios de Balneário Piçarras, Bombinhas, Ilhota, Itajaí, Itapema, Luiz Alves, Navegantes, Penha, Camboriú, Porto Belo e Balneário Camboriú. Além disso, foram realizadas reuniões com os Secretários Municipais de Saúde de Itapema e Porto Belo.

“Nosso objetivo é intensificar a vigilância epidemiológica e o controle vetorial. É fundamental que as Salas de Situação Municipais estejam ativas, discutindo e implementando ações intersetoriais”, explica João Fuck.

LIRAa
Nesta segunda-feira, 25, às 14h, acontece mais uma reunião da Sala de Situação Estadual. No encontro, será apresentado o Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de março deste ano.

O objetivo do LIRAa é a identificação do tipo e a quantidade de depósitos encontrados que possam ser potenciais criadouros do mosquito nos imóveis vistoriados. A atividade foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) em 2002, sendo realizada pelos municípios considerados infestados pelo Aedes aegypti.

Os dados serão apresentados na Sala Estadual de Situação que é um espaço intersetorial e permanente que gerencia e monitora a intensificação das ações de mobilização e controle ao mosquito Aedes aegypti em Santa Catarina. É composta por órgãos públicos e da sociedade civil organizada.

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