Postado em 15 de Março às 11h30

Colheita de milho para silagem já está 70% concluída em Passos Maia

Secretaria de Agricultura estima necessidade de mais duas semanas para finalizar os trabalhos

Passos Maia - A Secretaria de Agricultura de Passos Maia trabalha de forma intensa para concluir a colheita de milho para silagem em propriedades no interior do município. A estimativa é que cerca de 70% do trabalho já tenham sido feitos desde o início das atividades.

Neste ano foram cerca de 250 produtores inscritos para a colheita de silagem. Segundo o secretário municipal de Agricultura, Renato Loregian, outros cerca de 50 produtores não dependem dos serviços do município para a retirada do milho. “Ano a ano vem aumentando o número de produtores que estão se virando por conta, isso é importante para que a gente consiga atender quem não tem essas condições”, avalia.

Preocupado com as más condições do tempo nos últimos dias, o secretário é obrigado a lidar com contratempos na reta final da colheita. “Até então estava tudo sossegado, fazendo a silagem com calma, no ponto certo do milho. Agora deu um pequeno atropelo e tumultuou um pouco”, diz Renato.

Ele estima que em algumas propriedades o milho passe um pouco do ponto devido à impossibilidade de colheita imediata. “Mas não é culpa nossa, não tem muito que fazer”, acrescenta, torcendo para que o tempo permita a retomada normal dos trabalhos dentro dos próximos dias.

Assim que a chuva der uma trégua, a estimativa é que mais duas semanas sejam suficientes para a conclusão da colheita, atualmente realizada em regiões das comunidades dos Assentamentos Zumbi dos Palmares, Sapateiro e Madre Cristina, além das Linhas Indumel, Dom Carlos e Guabiroba.

Veja também

Santa Catarina e Argentina discutem implementação da Rota do Milho18/03 A Jornada Caminhos para a Integração Produtiva acontece nesta segunda-feira (18), na Sala Agostinho Duarte do Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes e contará com a presença da vice-governadora de Santa Catarina......

Voltar para Economia