Postado em 05 de Dezembro às 15h07

Trabalho em equipe

JOIMARA (16)

Não bastasse o gasto com as férias dos servidores e três grandes obras em andamento, chegou mais uma conta para pagar: o reajuste nos preços de materiais de obras iniciadas ainda em 2010. Recurso que não estava previsto e obra que precisa ser entregue, quem coordena? A sorte do prefeito Avelino Menegolla é que conta com a experiência do secretário de Administração e Finanças Jader Danielli. O secretário move mundos e fundos com sua equipe para propagar a economia e, assim, dar sequência as obras, como a escola padrão, ginásio Ivo Sguissardi e o saneamento básico, todas com déficit nos valores originários.

Cinco férias vencidas
Cobrar a administração porque as obras não acontecem é fácil, mas ao ter conhecimento dos “pepinos” que cada prefeito precisa enfrentar é que se percebe o grau de dificuldade quando não se tem planejamento. Em que empresa você viu funcionário acumular cinco férias? Pois então, essa foi a realidade da administração de Xanxerê, que está tendo que bancar o que o passado não fez.

Sozinhos
O prefeito Avelino Menegolla faz questão de frisar a perda que o município e a região tiveram ao não eleger Gelson Merísio, Valdir Colatto e João Rodrigues. Conforme Menegolla, os aportes financeiros que chegariam graças ao trabalho dos três, podem demorar muito para que se tenha notícias novamente. No entanto, o prefeito busca manter-se otimista e espera que os novos representantes não esqueçam o Oeste.

Meia mudança no Estado
O anúncio de nomes por parte do governador eleito, Carlos Moises, vem sendo analisado com uma “meia mudança”. Duas palavras que o comandante dizia em campanha que não iria acontecer. No entanto, prevalecem no governo nomes e funções de quem já estava no governo do MDB. Sinal de que experiência ainda conta muito na hora de prever qualquer mudança. O governador não vem agradando muito a imprensa da Capital, que sente a falta de conseguir fazer perguntas diretamente para o eleito.

O que esperar
Para o próximo ano, além do turbilhão de otimismo de que os novos governos vão dar uma nova cara para o Brasil, estados e municípios, ainda é nítido o receio dos prefeitos sobre como vão terminar o ano. Já é sabido que recursos só devem chegar no segundo semestre e que vão ter que ser bem suados. Com a máxima de enxugar as contas do Estado, talvez tenhamos que esperar mais para ver as coisas acontecerem. No entanto, se ao menos o básico for bem feito e administrado, caberá a cada um buscar melhorar o que tem, seja seu pequeno ou grande comércio. O que se nota, ao menos dos empresários que são os grandes motivadores da economia, são boas novas para 2019.
 

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